Sobre

Somos uma equipa jovem, formada em 2009, constituída por Arquitectos Paisagistas com experiência profissional que abrange as áreas de Projecto, Ordenamento do Território e Formação.

Com os nossos parceiros assumimos uma imagem de pluralidade no nosso campo de acção, de forma a consubstanciar intervenções com inovação e qualidade, porque valorizamos a criatividade, o compromisso e rigor.

Equipa

José Santos, Arqtº Paisagista
Licenciou-se em Arquitectura Paisagista na Universidade de Évora, em 2006. Em 1990 inicia a sua actividade profissional em projectos relacionados com a conservação da natureza (Liga para a Protecção da Natureza), colabora em estudos relacionados com a flora e vegetação do território português e transita progressivamente, até à data, para projectos de Arquitectura Paisagista desenvolvidos na Universidade de Évora e em vários ateliers da área. É membro da Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas.

Sérgio Ferreira, Arqtº Paisagista
Licenciou-se em Arquitectura Paisagista na Universidade de Évora, em 2006. Nesse ano começou por desenvolver a sua actividade profissional em ateliers, tendo depois transitado para a função pública. No início do ano de 2009 funda, com o seu colega José Santos, este portal de estudos, projectos e serviços de Arquitectura Paisagista, enveredando pela actividade liberal. É membro da Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas.

Áreas de Intervenção

As nossas áreas de intervenção abrangem seis grandes grupos, oferecendo os seguintes serviços:

  • Projecto
  • Ordenamento do Território
  • Assessoria Técnica
  • Fiscalização
  • Formação
Projecto
  • Empreendimentos turísticos e habitacionais
  • Enquadramento paisagístico de vias e de infraestruturas
  • Espaços exteriores públicos
  • Espaços institucionais
  • Espaços verdes urbanos
  • Jardins públicos e privados
  • Loteamentos / Urbanizações
  • Parques urbanos
  • Recuperação e valorização de paisagens degradadas
Ordenamento do Território
  • Planos de gestão territorial
  • Interpretação e valorização da paisagem
  • Avaliação de impacte ambiental
  • Descritores de paisagem
  • Estudos de impacte ambiental
Assessoria Técnica

Realizamos serviços de assessoria técnica de Arquitectura Paisagista junto da sua empresa, de forma a contribuir para os seus melhores resultados.

Fiscalização

Realizamos trabalhos de Fiscalização no contexto de construção de espaços verdes.

  • Planeamento e faseamento de obra;
  • Acompanhamento dos métodos e técnicas de construção, de acordo com o projecto, nomeadamente:
    • Condições gerais dos materiais e dos trabalhos;
    • Condições técnicas especiais dos trabalhos;
    • Época de realização dos trabalhos de plantação;
    • Mapa de quantidade de trabalhos.
Formação

Temos profissionais, com CAP de Formador, que realizam formação nas seguintes áreas e de acordo com a tabela CIME (Classificação Nacional das Áreas de Formação da Comissão Interministerial para o Emprego):

  • 421 – Biologia e Bioquímica
    • 421.03 Botânica
  • 422 – Ciências do Ambiente
    • 422.02 Ecologia
    • 422.99 Outros / Ciências do Ambiente
  • 443.02 – Ciências da Terra
  • 443.02 – Geografia Física
  • 482 – Informática na Óptica do Utilizador
    • 482.01 Aplicações Gerais
    • 482.02 Aplicações Específicas
    • 482.03 Publicação Assistida por Computador
    • 482.99 Outras – Informática na Óptica do Utilizador
  • 489 – Informática – Programas não classificados noutra área de formação
    • 489.99 Outras – Informática – Programas não classificados noutra área de formação
  • 581 – Arquitectura e Urbanismo
    • 581.02 Urbanismo e planeamento
    • 581.04 Arquitectura paisagística
    • 581.06 Desenho de construção
    • 581.08 Ordenamento do território
    • 581.09 Ordenamento paisagístico
    • 581.10 Ordenamento urbano
    • 581.11 Planeamento urbano
    • 581.13 Topografia
    • 581.99 Outras – Arquitectura e Urbanismo
  • 589 – Arquitectura e Construção – Programas não classificados noutra área de formação
    • 589.99 Outras – Arquitectura e Construção – Programas não classificados noutra área de formação
  • 622 Floricultura e Jardinagem
    • 622.04 Cultura de espaços relvados
    • 622.03 Concepção e construção de parques e jardins públicos ou privados)
    • 622.06 Manutenção de campos de jogo e de desporto
    • 622.07 Paisagismo
  • 852 – Ambientes naturais e vida selvagem
    • 852.01 Conservação da natureza
    • 852.02 Conservação dos recursos naturais
    • 852.03 Conservação dos solos e das reservas aquáticas
    • 852.04 Gestão dos parques nacionais e dos ambientes naturais
  • 52.99 Outros – Ambientes naturais e vida selvagem
Parceiros & Clientes

Consideramos que o desenvolvimento de parcerias estratégicas poderá conduzir a resultados de excelência profissional. Assim, valorizamos as parcerias profissionais com vista a expandir e a complementar a nossa área de acção.

Parceiros

Actualmente temos os seguintes parceiros:

Daniel Valente [Arquitectura Paisagista]

Loligovulgaris [Design e Multimédia]

Rustiévora [Imobiliária]

Shore Arquitectos [Arquitectura]

Segmento Vertical [Engenharia]

Procura Uma Parceria?

Aceitamos novas parcerias. Se estiver interessado em ser nosso parceiro/a contacte-nos.

Clientes
Associação de Municípios do Distrito de Évora (AMDE)
Centro Infantil Augusto Piteira
Clientes particulares
Clube de Ténis de Évora (CTE)
Parque Escolar EPE
Ligações
Contactos

Geral
geral@arquitectospaisagistas.com

Orçamentos Gratuitos e Parcerias
comercial@arquitectospaisagistas.com

Rua António Passaporte, 1 RC Esq.
7005-300 Évora
M: +351 967 366 053
F:  +351  300 000 679

Lugares Comuns

Todos os dias frequentamos espaços comuns que, invariavelmente, nos provocam os sentidos. Percepcionar a paisagem pressupõe uma interacção entre os nossos sentidos e um lugar, com uma composição e uma configuração individuais.

Esta vídeo contribui de uma forma decisiva para duas etapas no Projecto de Arquitectura Paisagista – a Análise e a Proposta, na medida em que é explorado um conjunto de sentidos que determinam a leitura e a vivência dentro de um espaço, demonstrando a sua importância quando devidamente identificados.

Partimos de uma premissa, com um carácter provocatório, de filmagem muito pouco vulgar colocando duas câmaras alinhadas no mesmo eixo às cotas 0.20m (câmara1) e 1.80m (câmara2), trabalhando, à partida, na diferença de perspectiva sobre o mesmo objecto. A surpresa foi um factor transversal em todas as filmagens, com esta tipologia, sendo evidentes diferenças notáveis quer ao nível do movimento (visão), quer ao nível do som (audição). As filmagens na câmara1 mostraram, por um lado, um movimento mais rápido em relação à outra câmara, embora a velocidade de deslocação fosse a mesma, por outro, um ponto de fuga menos elevado do que o captado pela câmara a 1.80m. As diferenças de som captadas na câmara1 foram bastante diferentes em relação à outra, nomeadamente no que diz respeito à amplitude de sons captados.

Assim, o acto de caminhar revelou-se de forma surpreendente porque para além das diferenças de perspectiva nos induzir na noção de movimento e de velocidade, a diferença de pavimentos, entre outros,  como o relvado, as gravilhas agregadas, as gravilhas soltas, o mulch, a laje e o bloco de granito e o betuminoso, manifesta a importância do som na simples acção de caminhar.

Durante as filmagens surgiu-nos também a hipótese de se estudar a importância da visão estereoscópica. A estereoscopia obriga-nos a trabalhar em simultâneo os dois hemisférios do cérebro, provocando uma sensação de tridimensionalidade e de aumento da profundidade de um espaço. Estabelecemos uma visão estereoscópica com uma distância interpupilar de 1.50m, fora da escala humana, sendo evidentes esses momentos de tridimensionalidade e de profundidade.

Apesar do carácter experimentalista deste vídeo, é evidente a existência de um criptossistema de sensações bastante complexo. Desta forma, consideramos que a interpretação deste criptossistema tem um contributo fundamental e decisivo em qualquer Projecto de Arquitectura Paisagista pois é um instrumento matricial na aplicação, por um lado, de volumes, formas, texturas e, por outro, na modelação do terreno, na utilização de pavimentos e de elementos de água.